Sunday, January 29, 2017

CHINA, HONG KONG E MACAU (DIA 1 e 2) - VIAGEM ATÉ BEIJING


LISBOA - BEIJING - XI'AN - SHANGHAI - GUILIN - GUANGZHOU (CANTÃO) - HONG KONG - MACAU - HONG KONG - LISBOA


China

Depois de em 2014 termos feito a nossa primeira viagem a explorar um país inteiro (ou neste caso, "dois", já que fomos à Irlanda e à Irlanda do Norte), para 2015 queríamos fazer algo semelhante num país asiático, e acabámos por escolher como destino a China, o país mais populoso do mundo.


Avião da Emirates em Lisboa

E porquê a China? A principal razão foi a história: mais de 2000 anos espelhados em monumentos grandiosos e muito bem conservados (é na China que está uma das 7 Maravilhas do Mundo, a Grande Muralha), pertencentes a um povo que durante vários séculos foi tão ou mais avançado do que as civilizações europeias. O facto da China só se ter aberto ao mundo há relativamente pouco tempo, ao contrário das "vizinhas" Coreia do Sul e Japão, foi também uma das razões que nos levou a escolher o gigante da Ásia.


E é precisamente esta viagem espectacular de 16 dias que vos vamos começar a descrever com esta publicação!

Malta, vista do céu, durante o nosso voo de Lisboa ao Dubai

Partimos a uma Quarta-Feira no voo da Emirates das 14h25 com destino ao Dubai. O nosso destino final era Beijing (Pequim, como é conhecido, é o nome que depois os europeus lhe deram), ponto de partida desta nossa aventura pela China, mas não havia voos directos e optámos por voar com a Emirates fazendo escala nos Emirados Árabes Unidos.

A nossa viagem pela Emirates, de Lisboa ao Dubai

O voo foi longo (7 horas e 40 minutos) e chegámos às 01h05 do dia seguinte (hora local), mas foi uma óptima viagem. Há que dizer que a fama que a Emirates é inteiramente merecida: desde a experiência de voo, o conteúdo multimédia, as refeições (sempre com uma opção no prato principal do país origem, e outra do país destino), a simpatia dos assistentes de bordo, até aos pequenos mimos com que nos regalam, tudo isto tornam a Emirates a nossa companhia aérea favorita (até ao momento).

O pormenor do avião: à noite as luzes são apagadas, mas mantém-se estas luzinhas no tecto a fazer lembrar estrelas no céu!

Fizemos escala no Dubai por 3 horas (aeroporto gigante!), e surpreendeu-nos a quantidade de lojas e cafés abertos, mesmo estando nós em plena madrugada, em que o normal seria estar tudo fechado.

Cascata e show de luzes dentro do aeroporto. Onde? Dubai, claro!

Às 04h10 saímos de novo voando, desta vez com destino a Beijing, e de novo fomos com a Emirates, mas neste voo fomos num A380, o maior avião comercial do mundo!!! Tem dois andares (o andar superior é exclusivo para primeira classe, tem até uma manga separada só para os ricos), e o próprio interior do avião é mais espaçoso e com ar mais "Premium"!

Exemplo do que é a monstruosidade de um A380

No "nosso" A380 do Dubai a Beijing, até as janelas dos lugares de Económica têm aspecto de Primeira Classe

O nosso pequeno almoço, no A380 do voo de Dubai a Beijing

Este voo até Beijing foi diferente do primeiro até ao Dubai também pela paisagem: o voo entrou na China atravessando os Himalaias e depois o deserto de Gobi e a paisagem vista de cima foi espectacular!

Himalaias vistos de cima, durante o voo entre Dubai e Beijing

Deserto de Gobi visto de cima, durante o voo entre Dubai e Beijing

Chegámos à capital chinesa às 15h25, mas não conseguimos tirar proveito de chegarmos a meio da tarde para aproveitar ainda umas horas a passear: é que uma das nossas malas não apareceu! Felizmente a Emirates lidou rapidamente com o assunto e foi-nos indicado que receberíamos a nossa mala no nosso hotel durante a noite ou na manhã do dia seguinte o mais tardar (e foi mesmo!).

Beijing Capital International Airport

Depois do assunto das malas estar resolvido, o nosso transfer levou-nos do aeroporto até ao hotel onde ficamos hospedados, o The Great Wall Sheraton Hotel Beijing, e fomos depois explorar os arredores do hotel onde jantámos num mini-restaurante por 38 Yuans, o que na altura eram... 5,15€!!!! Para os dois!!!! Viva a China! :-D


Uma rua em Beijing, durante o nosso percurso até ao hotel

Ninguém falava inglês (escolhemos a comida com base nas imagens do panfleto que nos deram), e um pormenor interessante foi a agua que nos serviram, a ferver, e nós sem saber o que fazer: será que é para beber? será que é para lavar as mãos? Aprendemos depois, mais tarde com o guia que esteve connosco, que é de facto norma lá a agua ser servida muito quente, tal como o chá.

Outro desafio que tivemos que encarar logo desde o primeiro dia é, claro, o efeito da censura que existe no país ao Google, Facebook, Skype (apenas o WhatsApp funcionava), o que torna as coisas complicadas para quem quer partilhar fotos nas redes sociais, consultar mapas ou mesmo usar o Google Translate para comunicar com os chineses que, como já dissemos, não falam inglês (a não ser nos hotéis).

Felizmente fomos preparados, e encomendamos um cartão sim chinês+VPN (pela 3G Solutions) que nos permitiu não só termos acesso a dados na China, mas também aceder a todos os serviços censurados. Esta foi a melhor decisão e recomendamos completamente, porque se o acesso às redes sociais pode ser considerado um luxo, o acesso ao Google Translate é incrivelmente útil!! (nem que seja para traduzir "não quero comer cão!" haha)

The Great Wall Sheraton Hotel *****, Beijing

Alguns mimos do hotel, The Great Wall Sheraton Hotel, Beijing

Depois destas primeiras aventuras fomos descansar, porque no dia seguinte iríamos começar a explorar a cidade de Beijing. Mas isso fica para uma próxima publicação!


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